Segundo Pereira, as ofertas de novas tecnologias disponibilizadas tanto por grupos nacionais como internacionais podem agregar muito às confecções e as fábricas. "Se quiser produzir comodities, em qualquer lugar do mundo que você esteja vai acabar competindo com os asiáticos. Por isto, é preciso buscar o diferencial, a inovação e agregar valor. Numa feira como a Febratex, acredite, o destino de muitas empresas é profundamente modificado para melhor. Se olharmos o movimento na cidade e região, hotéis, restaurantes, serviços, a presença dos estrangeiros, somada a dos brasileiros de todos os rincões do país, movimenta bastante a economia, além de empregar uma legião de temporários", disse o presidente.
Outra novidade é a vinda de representantes das diretorias de 17 empresas do setor têxtil da Venezuela. Eles desembarcam em Blumenau, para conhecerem de perto as instalações, o público e o movimento de mercado da Febratex. O empresário gaúcho, Hélvio Roberto Pompeo Madeira, esteve no mês de julho em Caracas. Ele e os dirigentes venezuelanos estão em tratativas para a realização de uma feira, nos mesmos moldes da Febratex, que ocorreria na capital daquele país em 2011. Segundo Madeira, o mercado do segmento têxtil na Venezuela está em pleno crescimento, e este seria o momento ideal para começar a organizar uma feira deste porte.
